Em Cajazeiras está a sede da ERAS - Escola de Radioamadores do Alto Sertão, e é de lá que partirão sinais em VHF neste fim de semana. Mas não serão transmissões com destino às repetidoras. Os colegas estarão participando do Concurso Araucária de VHF. É um concurso organizado pelo Grupo Araucária de DX, sediado no Sul. O objetivo é realizar o maior número de contatos e trabalhar diferentes grids squares dentro do período de competição. Apenas contatos ponto‐a‐ponto serão válidos (excluído uso de links VoIP, EME, satélites).

Os colegas que compõem a ERAS estiveram durante o feriado de hoje em sua sede para organizar os equipamentos e dar os últimos retoques para a participação no concurso.

Aproveitamos e convidamos a todos os que também quiserem participar deste renomado concurso a aprontarem seus equipamentos e apontarem suas antenas. Podem participar quaisquer radioamadores, de quaisquer classes, operando em FM, CW ou SSB.

Maiores informações, acesse o regulamento do concurso: https://www.avhfc.com/rules/br.pdf

2 Comentários

  1. Esta contribuição, é similar a tantas outras enviadas por radioamadores, pois é opinião uníssona entre os mesmos, o fato da Anatel ter uma posição equivocada sobre a homologação de equipamentos destinados ao nosso serviço.

    1- Que os equipamentos eletrônicos antigos (fora de linha e não disponíveis no mercado de equipamentos novos) e as montagens artesanais, incluindo as antenas sejam dispensadas de homologação;
    2- Que os equipamentos eletrônicos disponíveis para comercialização, uma vez homologados, possam ter o seu selo disponibilizado, por modelo, para qualquer radioamador que possua ou importe o mesmo modelo.

    Justificativa:

    A regulamentação brasileira para o serviço de radioamador, atividade mundial de relevância para a sociedade, é excessivamente burocrática e restritiva, indo na contramão do que fazem os países desenvolvidos, a exemplo da FCC e na Comunidade Europeia (Diretiva 2014/53/EU de 16/04/2014, https://eur-lex.europa.eu/legal-content/EN/TXT/?uri=CELEX:32014L0053 ANNEX I).

    Nos países da Comunidade Europeia, os equipamentos artesanais, as antenas e os equipamentos fora de linha e não disponíveis comercialmente estão isentos de certificação/homologação e os equipamentos comerciais disponíveis para venda têm a sua homologação por modelo, e não por número de série, tendo em vista que as características de um modelo não variam com o seu dono e época.

    Apesar de haver exceções no Brasil à obrigatoriedade de homologação como no caso dos equipamentos militares (Art.74 da Res. 242), os equipamentos de Uso Temporário (Art. 24 da Res. 635) e os destinados ao Serviço Especial para Fins Científicos e Experimentais (http://www.anatel.gov.br/setorregulado/servico-especial-para-fins-cientificos-e-experimentais), as exigências brasileiras sufocam as atividades radioamadorísticas.

    Não cabe a comparação dos propósitos dos serviços, mas fica comprovada que há exceção. E se países tão exigentes com o espectro eletromagnético, incluindo o controle das radiações por fontes não intencionais, dão tratamento justo a um serviço que inclui comunicações emergenciais, experimentação tecnológica e científica, atividade educacional, competitiva e social, envolvendo brasileiros de todas as idades, raças, credo e classes sociais, aqui no Brasil este serviço também merece tal tratamento.

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