Por Edmar Candeia Gurjão, PU7ESE





Toda vez que digo que sou radioamador escuto a mesma pergunta: ainda existe radioamador depois do celular e da Internet? Também já me perguntaram: e você fala com quem pelo rádio? Além de outras perguntas questionando o meu hobby. Já vi vários colegas justificando que são radioamadores pois falam com lugares onde o celular não alcança, ou no caso de uma catástrofe somente o rádio vai ficar funcionando, ou outras justificativas.


Sinceramente, não vejo sentido em perguntar por que se pratica um hobby ou porque justificar. Precisa justificar um gosto pessoal? Acho que não. Há pessoas que colecionam pedras, outras selos, carros, alguns gostam de viajar, escalar montanhas, eu gosto de rádio!


Acho que o radioamadorismo é um hobby, isso mesmo uma diversão, que também pode ter utilidade pública, mas que pode existir somente como uma forma de diversão. Para mim, colocar um rádio para funcionar (seja montando a partir do zero ou não), escolher uma antena e montar, ligar os dois e escutar uma transmissão já vale a pena. E quando falo o meu indicativo PU7-ESE e um colega responde a alegria se completa.


Via o rádio tenho conhecido pessoas muito boas, técnicos de alto nível, mesmo que não tenham formação escolar, histórias engraçadas e lugares bacanas como o Pico do Jabre.

Também conheci um lugar que me inspira pela história, por ser única e pela importância para o meu estado, a Escola e Casa de Radioamadores de Campina Grande. Assim amigos, quando me perguntam por que sou radioamador respondo simplesmente: por que é bom!


Forte 73!


Por Edmar Candeia Gurjão, PU7ESE

Campina Grande - PB

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